No mundo globalisado de hoje as empresas ficam cada vez mais próximas e têm como um novo método de enviar assim chamados expatriados para o exterior. Muitas vezes o inglês assume neste primeiro contato o papel de uma língua franca na comunicação mundial e empresarial. Porém, quais desafios e vantagens estão implicados no uso de uma língua estrangeira para a comunicação do expatriado? Como o expatriado se integra na nova cultura e qual papel tem a língua do país de destino?
Na parte teórica foram analisadas os modelos de Schumann (1986) e Hofstede (1984). Enquanto conforme o primeiro pesquisador a língua está no foco de atenção, no segundo a cultura toma parte principal em sua análise.
A parte empírica se compõe por uma parte quantitativa e uma parte qualitativa.
Para a parte quantitativa foi enviado um questionário sobre a relevância da língua alemã para 94 repatriados de uma filial alemã de uma empresa multinacional no Brasil.
A parte qualitativa se compõe por 10 entrevistas com repatriados.
Os conhecimentos obtidos pela parte empírica junto com a teoria de aprendizagem da língua desenvolveram quatro tipos ideais de expatriados. Estes tipos foram divididos pelos fatores alta/ baixa aprendizagem da língua e alta/ baixa integração na cultura alemã. Estes quatro tipos foram assim denonimados : O entusiástico, o analítico, o familiar e o “que ficou em casa”.
Isto mostra que a língua do país de destino em si não é a razão prinicipal para se integrar mas é um meio para conseguir isto. A aprendizagem da língua junto com a integração forma uma dupla que constrói os vários tipos de expatriados. Nem o modelo de aculturação de Schumann, nem o modelo das dimensões de culturas de Hofstede puderam ser confirmados completamente. Porém, eles abrem um caminho, mostram possibilidades e dão iniciativa para pesquisas futuras.
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